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sexta-feira, 17 de julho de 2015
10 segredos para ser feliz, segundo o Papa Francisco...
1 – Vive e deixa viver
2 – Dar-se aos outros
3 – Move-te "remansadamente"
4 – Brincar com as crianças
5 – Partilhar os domingos com a família
6 – Ajudar os jovens a conseguir um emprego digno
7 – Cuidar da Natureza
8 – Esquecer-se rapidamente do negativo
9 – Respeitar quem pensa de maneira diferente
10 – Procurar ativamente a paz
segunda-feira, 23 de março de 2015
Onde está o meu próximo?
"Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento' e 'Ame o seu próximo como a si mesmo". (Lucas 10:27)
Eis, o principal mandamento, onde Jesus afirma, "Faça isso e viverá.".
Mas, "quem é o meu próximo?"
Façamos a reflexão do seguinte parábola, "O Bom Samaritano" contada por Jesus:
"[...] disse Jesus: 'Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto.31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado.32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele.34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele.35 No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: 'Cuide dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver'.36 "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?"37 'Aquele que teve misericórdia dele', respondeu o perito na lei.Jesus lhe disse: 'Vá e faça o mesmo'."
Aparentemente simples e óbvio, porém, difícil de se cumprir.
Pois, a parábola de Jesus vem nos mostrar que qualquer um que necessite de algo deve ser nosso próximo. E como nos contou, ainda que seja um estranho para nós.
Contudo, o grande desafio em nossa sociedade não é mais identificar nosso próximo em um desconhecido, mas, aproximar novamente aqueles que eram-nos próximos e hoje são distantes,
"Nossa Família"
Já percebeu a imensa quantidade de pessoas deprimidas?
Ou pior, de crianças deprimidas?
Como isto se não vivem sozinhas?
A maioria tem pai, mãe, tio, tia, avó, avô, irmãos...
Saiba que elas esperam o amor do próximo, talvez, antes que a doença as dominasse, chegaram a tentar viver o amor ao próximo, mas, este não se encontrava.
E, de coração ferido, deixaram até mesmo de sentir o amor de Deus.
Mas, quando foi que nos despercebemos destes queridos?
Quando decidimos parar de falar de Jesus!Quando deixamos a televisão nos dizer o que assistir e o que nossas crianças assistem.Quando ao invés de conversar "com a boca" decidimos teclar.Quando meu perfil nas Redes Sociais é o suficiente para me definir.Quando o que importa é a "minha" felicidade.Quando me ensinaram que "eu não sou obrigado(a)".Quando eu deixei de amar o meu próximo.
Sendo assim, sabe que mandamento você obedece?
"Rezar a Deus quando eu precisar e amar a mim mesmo sobre todas as coisas."
Não seja assim!
Deus espera mais de nós!
Precisamos diminuir esta distância criada nas famílias!
Ame sua família.
Respeite seu esposo(a).
Resgate a união de vocês. Voltem a rezar juntos.
Seja radical, por vocês! Se preciso desligue a Tv, o celular, o computador!
Pare de tirar fotos de você mesmo para colocar na internet, mire a câmera nos seus próximos e construa um álbum de recordações onde futuramente se lembrarão de como são felizes e abençoados!
Esqueça o que as pessoas sem Deus querem te ensinar!
Se empenhe em espalhar os valores cristãos, é isto que Deus espera de você, que o leve a quem mais tem necessidade Dele! Pois, Ele nos ama e deseja que cada um de nós estejamos ao seu lado.
Assim, como disse a Pedro, hoje Jesus diz a cada um de nós:
"Apascenta minhas ovelhas."
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
10 exemplos de que a ciência está provando que a Igreja está certa e a mentalidade atual está errada
Pesquisas científicas produzem provas constantes de que, ao ignorar a doutrina moral católica, nós prejudicamos a nós mesmos.
A doutrina católica tem sido desafiada continuamente pelo “triunvirato” formado pelos âmbitos da universidade, da mídia e do governo. Muitos de nós, católicos, também nos vemos desafiados em nossa vida diária a deixar de lado as nossas crenças no contexto das nossas carreiras profissionais, do nosso exercício da paternidade e do nosso modo de vida.
Os católicos adultos precisam entender e abraçar decididamente adoutrina católica com seu intelecto e com a sua razão. Não podemos nos contentar em acreditar e aceitar o ensinamento da Igreja só porque os nossos pais e professores "nos disseram assim". Neste processo, podemos entrar em conflito com alguns ensinamentos em particular devido às nossas próprias falhas, falta de boa catequese e outras razões. E, mesmo como adultos, a nossa fé pode ser desafiada quando a vida e as práticas de pessoas que respeitamos e amamos contradizem a doutrina católica. Quando isto acontece, eu tento ver a relevância da minha fé para a vida delas.
Os valores defendidos pela Igreja podem parecer duros demais e até mesmo injustos para o nosso “viva e deixe viver”. É compreensível que muita gente acredite hoje que a Igreja está fora de sintonia com o mundo moderno e que os seus ensinamentos não são mais relevantes.
Mas o que é incrível (e certamente não é intencional) é o fato de que a ciência moderna, que muitos acham que é a antítese ou pelo menos uma grande inimiga da doutrina católica, em realidade confirma a verdade, o valor e a relevância do que a Igreja tem ensinado há 2.000 anos. Aqui vão dez exemplos:
1. A Igreja ensina que o orgulho é a raiz de todos os vícios. Estudos de psicologia mostram que o narcisismo e o pensamento irracional estão em ascensão, especialmente em nossa geração mais jovem. Este fenômeno está criando uma "comunidade" desconexa, desencantada e confusa. Os traços dos narcisistas – egocentrismo, autoestima inflada, falta de empatia, agressividade – são prejudiciais para os outros, para a sociedade e até para os próprios narcisistas.
2. A Igreja ensina que a gula e a preguiça minam os valores da alimentação e do descanso saudáveis, criando condições insalubres que ameaçam a mente, o corpo e a alma. O "Journal of the American Medical Association" relata que quase 70% dos norte-americanos estão acima do peso ou obesos, que a obesidade é uma ameaça significativa para a saúde mental e física e que, em breve, ela ultrapassará o tabagismo como a principal causa de morte no país.
3. A Igreja ensina que a luxúria nos leva a tratar o corpo humano como uma mercadoria física em vez de um aspecto da totalidade da pessoa humana – um todo inseparável, composto de corpo, mente e alma – que é a obra-prima da criação de Deus e que vai viver para sempre. Hoje, os lucros da pornografia, só nos Estados Unidos, excedem as receitas combinadas de grandes grupos de mídia como a CBS, a ABC e a NBC (Kimmel, 2008).
4. A Igreja ensina que um casamento válido é para sempre e é indissolúvel. As ciências sociais têm demonstrado que os filhos criados dentro de uma família intacta, com os pais biológicos casados um com o outro, são notavelmente mais beneficiados que as crianças que crescem dentro de outros arranjos familiares, que estão associados com muito mais frequência a diversos tipos de prejuízos sociais, psicológicos, emocionais e acadêmicos.
5. A Igreja ensina que o controle artificial da natalidade viola a lei natural. A Organização Mundial da Saúde classifica os contraceptivos orais como substâncias cancerígenas, junto com o amianto, o radônio e o plutônio, com a diferença de que os contraceptivos estão muito mais disseminados.
6. A Igreja ensina que o medo impede o amor e que, acima de tudo, devemos confiar no cuidado providencial de Deus. Estudos mostram que a ansiedade é a queixa psicológica número um de jovens e adultos (ver, por exemplo, Cartwright-Hatton, McNicol e Doubleday, 2006; Muris e Steerneman, 2001). Em níveis não saudáveis, a ansiedade está associada com uma miríade de resultados negativos para a saúde.
7. A Igreja ensina que os atos homossexuais não são uma expressão saudável da sexualidade humana. Um estudo do "International Journal of Epidemiology" concluiu que o risco de transmissão do HIV é 18 vezes maior durante a relação sexual anal do que na relação sexual vaginal.
8. A Igreja ensina que toda a vida humana é sagrada desde a concepção até a morte natural e que cada pessoa é merecedora do nosso amor e cuidado. As Associações Psicológicas e Psiquiátricas Norte-Americanas condenam veementemente a discriminação contra pessoas com deficiência cujos cuidados médicos, felicidade e subsistência são frequentemente ameaçados por outros (curiosamente, porém, eles apoiam o "direito" de se abortarem pessoas com deficiência).
9. A Igreja ensina que o sexo antes do casamento prejudica a união amorosa e o bem-estar de cada indivíduo e do casal como tal. A Academia Americana de Pediatria relata que os adolescentes sexualmente ativos são mais propensos à depressão e ao suicídio e ao uso de substâncias ilícitas, além de correrem um risco significativo de contrair uma ou mais doenças sexualmente transmissíveis, muitas das quais são incuráveis.
10. A Igreja ensina que a ganância cria uma sociedade em que algumas pessoas são exploradas para gerar o lucro de outros e que os explorados sofrem demais para suprir as próprias necessidades básicas. O U.S. Census Bureau relata que continua a crescer a diferença entre ricos e pobres nos Estados Unidos, o país mais rico do mundo. Este também é o caso no mundo todo: a disparidade entre o Produto Interno Bruto dos 20 países mais pobres e dos 20 mais ricos mais do que duplicou entre 1960 e 1995.
Muitas pessoas preferem evitar temas como a ganância, a luxúria, o orgulho, o controle da natalidade e a gula: acham “desagradável” levantar questões morais de qualquer espécie. Mas se nós realmente nos preocupamos com o bem-estar das nossas famílias e dos nossos amigos, agora e na eternidade, assim como com o futuro da sociedade, precisamos manter essas conversas claras nos momentos apropriados. Felizmente, podemos começar essas conversas mencionando as descobertas da ciência, que as pessoas hoje aceitam mais facilmente como verdade do que os ensinamentos de Nosso Senhor e da Igreja que Ele fundou.
Há quem diga que a Igreja não é mais relevante no século XXI. Mas, dados os graves danos que as pessoas estão infligindo a si mesmas e aos outros ao ignorarem ou negarem a doutrina católica, parece que estas verdades são mais necessárias hoje do que nunca.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
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