Inspirando Pessoas
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domingo, 19 de julho de 2015
Fala moçada!
Em um domingo desses fomos distribuir café da manhã para moradores de rua aqui de nossa cidade.Nos reunimos, preparamos os lanches e estávamos em dúvida, café ou suco?Então, venceu a empatia, todas preferimos tomar um cafezinho quentinho de manhã.Definido o menu, saímos buscando as pessoas.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
10 segredos para ser feliz, segundo o Papa Francisco...
1 – Vive e deixa viver
"Aqui os romanos têm um ditado e podemos levá-lo em linha de conta para explicar a fórmula que diz: 'Vá em frente e deixe as pessoas ir junto'." Vive e deixar viver é o primeiro passo de paz e felicidade.
2 – Dar-se aos outros
"Se alguém estagna, corre o risco de ser egoísta. E água estagnada é a primeira que ser corrompida."
3 – Move-te "remansadamente"
"No [romance] 'Don Segundo Sombra' há uma coisa muito linda, de alguém que relê a sua vida. Diz que em jovem era uma corrente rochosa que levava tudo à frente; em adulto era um rio que andava para a frente e que na velhice se sentia em movimento, mas remansado. Eu utilizaria esta imagem do poeta e romancista Ricardo Guiraldes, este último adjectivo, remansado. A capacidade de se mover com benevolência e humildade, o remanso da vida. Os anciãos têm essa sabedoria, são a memória de um povo. E um povo que não se importa com os mais velhos não tem futuro."
4 – Brincar com as crianças
“O consumismo levou-nos a essa ansiedade de perder a sã cultura do ócio, desfrutar a leitura, a arte e os jogos com as crianças. Agora confesso pouco, mas em Buenos Aires confessava muito e quando via uma mãe jovem perguntava: Quantos filhos tens? Brincas com os teus filhos? E era uma pergunta que não se esperava, mas eu dizia que brincar com as crianças é a chave, é uma cultura sã. É difícil, os pais vão trabalhar e voltam às vezes quando os filhos já dormem. É difícil, mas há que fazê-lo"...
5 – Partilhar os domingos com a família
"No outro dia, em Campobasso, fui a uma reunião entre o mundo universitário e mundo trabalhador, todos reclamavam que o domingo não era para laborar. O domingo é para a família".
6 – Ajudar os jovens a conseguir um emprego digno
"Temos de ser criativos com esta franja. Se faltam oportunidades, caem na droga. E é muito elevado o índice de suicídios entre os jovens sem trabalho. No outro dia li, mas não me fio porque não é um dado científico, que havia 75 milhões de jovens dos 25 anos abaixo desocupados. Não chega dar-lhes comer, há que inventar cursos de um ano de canalizador, electricista, costureiro. A dignidade de levar o pão para casa".
7 – Cuidar da Natureza
"Há que cuidar da criação e não o estamos a fazer. É um dos desafios maiores que temos.”
8 – Esquecer-se rapidamente do negativo
“A necessidade de falar mal de alguém indica uma baixa auto-estima. É como dizer ‘sinto-me tão em baixo que em vez de subir baixo o outro’. Esquecer-se rapidamente do negativo é muito mais saudável”.
9 – Respeitar quem pensa de maneira diferente
"Podemos inquietar o outro com o testemunho para que ambos progridam com essa comunicação, mas a pior coisa que se pode fazer é o proselitismo religioso, que paralisa: ‘Eu dialogo contigo para te convencer'. Não. Cada um dialoga sobre a sua identidade. A Igreja cresce por atracção, não por proselitismo".
10 – Procurar ativamente a paz
"Estamos a viver uma época de muita guerra. Em África parecem guerras tribais, mas são algo mais. A guerra destrói. E o clamor pela paz é preciso ser gritado. A paz, às vezes, dá a ideia de quietude, mas nunca é quietude, é sempre uma paz ativa".
Fonte
segunda-feira, 23 de março de 2015
Onde está o meu próximo?
"Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento' e 'Ame o seu próximo como a si mesmo". (Lucas 10:27)
Eis, o principal mandamento, onde Jesus afirma, "Faça isso e viverá.".
Mas, "quem é o meu próximo?"
Façamos a reflexão do seguinte parábola, "O Bom Samaritano" contada por Jesus:
"[...] disse Jesus: 'Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto.31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado.32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele.34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele.35 No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: 'Cuide dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver'.36 "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?"37 'Aquele que teve misericórdia dele', respondeu o perito na lei.Jesus lhe disse: 'Vá e faça o mesmo'."
Aparentemente simples e óbvio, porém, difícil de se cumprir.
Pois, a parábola de Jesus vem nos mostrar que qualquer um que necessite de algo deve ser nosso próximo. E como nos contou, ainda que seja um estranho para nós.
Contudo, o grande desafio em nossa sociedade não é mais identificar nosso próximo em um desconhecido, mas, aproximar novamente aqueles que eram-nos próximos e hoje são distantes,
"Nossa Família"
Já percebeu a imensa quantidade de pessoas deprimidas?
Ou pior, de crianças deprimidas?
Como isto se não vivem sozinhas?
A maioria tem pai, mãe, tio, tia, avó, avô, irmãos...
Saiba que elas esperam o amor do próximo, talvez, antes que a doença as dominasse, chegaram a tentar viver o amor ao próximo, mas, este não se encontrava.
E, de coração ferido, deixaram até mesmo de sentir o amor de Deus.
Mas, quando foi que nos despercebemos destes queridos?
Quando decidimos parar de falar de Jesus!Quando deixamos a televisão nos dizer o que assistir e o que nossas crianças assistem.Quando ao invés de conversar "com a boca" decidimos teclar.Quando meu perfil nas Redes Sociais é o suficiente para me definir.Quando o que importa é a "minha" felicidade.Quando me ensinaram que "eu não sou obrigado(a)".Quando eu deixei de amar o meu próximo.
Sendo assim, sabe que mandamento você obedece?
"Rezar a Deus quando eu precisar e amar a mim mesmo sobre todas as coisas."
Não seja assim!
Deus espera mais de nós!
Precisamos diminuir esta distância criada nas famílias!
Ame sua família.
Respeite seu esposo(a).
Resgate a união de vocês. Voltem a rezar juntos.
Seja radical, por vocês! Se preciso desligue a Tv, o celular, o computador!
Pare de tirar fotos de você mesmo para colocar na internet, mire a câmera nos seus próximos e construa um álbum de recordações onde futuramente se lembrarão de como são felizes e abençoados!
Esqueça o que as pessoas sem Deus querem te ensinar!
Se empenhe em espalhar os valores cristãos, é isto que Deus espera de você, que o leve a quem mais tem necessidade Dele! Pois, Ele nos ama e deseja que cada um de nós estejamos ao seu lado.
Assim, como disse a Pedro, hoje Jesus diz a cada um de nós:
"Apascenta minhas ovelhas."
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Tenha um Pote da Felicidade...
Eeeeiiii!!!
Acho que o começo de ano é uma ótima época de dar esta dica do
"Pote da Felicidade",
para quem ainda, não conhece!
É uma coisa muito simples, mas, que como todas as coisas simples, tem um significado enorme!
Eis, a fórmula para ter o seu "Pote da Felicidade":
-Arranje um pote (pode ser um frasco de vidro, uma caixa de papel, um pode de plástico...) Você decide o tamanho, pois, trata-se apenas da Felicidade... rs...
-e, todos os dias, no final do dia, você pega um pedaço de papel e escreve o momento mais feliz do dia. (Mesmo que tenha sido um "daqueles dias", se esforce em ter algo bom, ou menos pior, para colocar no pote).
***Uma ideia legal é fazer um pote da felicidade para a família, e no fim do ano ler os papeizinhos todos juntos.***
Agora que já sabemos como tê-lo, quero te dar 2 razões para fazer o seu:
-Com ele você poderá ter um registro das suas "felicidades" cotidianas;
-Em momentos ruins, poderá te trazer memórias boas e te ajudar a ser "pescada" para cima, novamente.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
5 sugestões pra aliviar o fardo...
1º Esteja disposto(a) a abrir seu coração para a fé, esperança e o amor!
2º Reconheça que você necessita de algo, procure dentro de você, não se torne um vazio onde acabará se perdendo. Se não encontrar nada dentro de você, significa que precisará se preencher! Consegue se lembrar de coisas que te fazem feliz?
3º Ame intensamente sua família e seus amigos! São seus maiores bens, e não são eternos.

4º Sabe aquela tristeza que às vezes aparece por nos sentirmos sozinhos, ou não recebermos atenção?
Experimente devolver a este ingrato sentimento seus mais lindos e sinceros gestos, como um “bom dia” sorridente, um telefonema para dizer “oi”, um passeio com a família, preparar aquele bolo que só você sabe fazer!
E tudo o mais que você gostaria que estivessem fazendo por você. (Sim! Será difícil, mas, estes gestos, aos poucos, resgatarão a sua alegria.
E, você começará a se reconhecer, novamente.
5º Quando estiver com medo de voltar a ser triste...
Espere, acalme-se e se precisar peça ajuda.
Se, também, tiver o hábito, não deixe de falar com Deus.
E depois, espere um pouco mais, pois, “Isto, também, passará!”.
Um dia após o outro...
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
domingo, 23 de novembro de 2014
Quando uma mulher sabe amar...
Em uma época na qual se defende a ideia de que liberdade é poder fazer o que se quer; numa sociedade cada vez mais individualista e confusa diante dos reais valores da vida, surge um grande desafio aos cristãos: ser sinal de contradição para este mundo.
Neste contexto, o testemunho de Chiara Corbella deixa muitos impressionados. Chiara é, como se costuma dizer, da “geração João Paulo II”, uma mulher cheia de vida, alegre e jovem. Conheceu o seu marido, Enrico Petrillo, em Medugorje e, antes de se casarem, em 2008, fizeram um caminho de namoro acompanhados por frades da cidade de Assis.
O segundo filho do casal, Davide, ainda no início da gestação, foi diagnosticado com uma deficiência: ele não possuía as pernas e tinha má-formação visceral. Como na vez anterior, contra a expectativa de muitos, os pais decidiram prosseguir. Ambos os filhos, Maria e Davide, chegaram a nascer e, mesmo vivendo poucos minutos, foram acompanhados pelos pais até o último minuto.
Chiara engravidou novamente, desta vez era Francesco. Os exames mostravam que o menino era saudável, para a alegria do casal. Porém, no quinto mês de gravidez, Chiara descobriu uma lesão na língua e logo na primeira cirurgia os médicos diagnosticaram que se tratava de umcâncer. Ela tinha duas opções: seguir com a gravidez ou interrompê-la por causa do tratamento do câncer. A escolha de Chiara foi pela vida de seu filho, ato este que colocou em risco sua própria vida. Foi somente após o parto que Chiara pôde dar início ao tratamento com quimioterapia e radioterapia, que ela enfrentou com muita serenidade e irresoluta confiança na Providência.
Diante de cada uma das suas lutas, Chiara sempre reagiu aceitando-as como provações que Deus lhe concedeu viver. Foi então que, no dia 13 de junho de 2012, Chiara não resistiu e veio a falecer. Hoje, o pai Enrico cuida do filho Francesco e testemunha, por onde passa, a alegria de ter lutado pela vida de seus filhos, e também a coragem e fé que sua esposa teve durante sua caminhada neste mundo.
A história de Chiara nos mostra que podemos nos opor à massiva ideologia que despreza vidas indefesas em ventres maternos por tantos e quaisquer motivos. A capacidade e coragem de dizer “sim” à vida, mesmo em momentos de tribulação, é intrínseca nos cristãos.
FONTE
Logo em sua primeira gravidez, ela teve uma surpresa ao fazer a ultrassonografia e descobrir que sua filha, Maria, foi diagnosticada com anencefalia. O casal decidiu seguir a gravidez até o fim, o que já foi uma surpresa para muitos. Trinta minutos depois de nascer, Maria veio a falecer.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Somos esposos e queremos lhe contar nossa história.
Ele queria fazer sexo e ela queria esperar até o casamento.
Decidimos compartilhar nossa história com vocês, com o objetivo de motivá-los no difícil caminho da castidade com a convicção – e com nosso testemunho – de que este é o rumo certo para encontrar o verdadeiro amor em suas vidas.
Esposo:
Sou alemão e conheci minha esposa na Espanha há mais de 6 anos. Minha vida, antes de conhecê-la, era como a da maioria dos jovens da minha idade e do meu país, onde é completamente normal levar garotas para a casa dos pais (quando ainda se mora com eles) para passar a noite ou o final de semana.Meus pais montaram um quarto para mim no porão, para que eu tivesse privacidade total e comodidade suficiente para convidar amigos e amigas quando quisesse.
Tive minha primeira namorada aos 16 anos. Fazia sexo regularmente com ela, como quase todos os garotos da minha idade. Não fazer seria algo estranho, anormal. Nunca me questionei sobre as consequências de fazer sexo ou não no namoro. Era algo simplesmente “normal”.
Aos 25 anos, fui morar com uma garota pouco tempo após conhecê-la, e a convivência fez com que tudo acabasse em apenas 6 meses. Depois dessa experiência, ficou claro para mim que, sem amor verdadeiro, não é possível lidar com as diferenças.
Nunca tive relacionamentos muito longos. Sempre estava insatisfeito, até que conheci minha atual esposa, quando eu tinha 26 anos. Estudávamos juntos e sua alegria chamava minha atenção.
Ela parecia sempre feliz e eu gostava de ver como ela dançava, como sorria. Estávamos em salas diferentes e, naquele então, eu não falava espanhol, então, não entendia o significado do apelido que lhe tinham dado. Seus amigos a chamavam de “freirinha”, então eu também a chamava assim, sem imaginar que ela era realmente uma pessoa de fé.
Começamos a sair e, pouco tempo depois, eu lhe propus o namoro, e então ela me disse que acreditava na virgindade e que, se começássemos um relacionamento formal, não haveria nada de sexo entre nós. Ao ouvir isso, fiquei em choque por alguns instantes, não entendia o que ela estava me dizendo, mas sabia que ela era uma pessoa especial e, com isso, fiquei ainda mais apaixonado. Eu disse que iria respeitá-la e, como bom alemão, cumpri minha palavra!
Seis meses depois, conversamos sobre casamento e, com 10 meses de namoro, ficamos noivos; com um ano de namoro, nós nos casamos pelo civil e, com 15 meses, pela Igreja. Eu sabia que não voltaria a encontrar uma mulher assim e não poderia deixá-la partir, já que nossas nacionalidades eram diferentes.
Mas, nesses 15 meses, também percorri um caminho de fé. Pude conhecer Deus, entender quão presente Ele estava na minha vida, quanto precisava dele, e comecei a conhecer-me melhor também, a questionar-me sobre o que realmente queria na vida. Este processo continuou e, há dois anos e meio, tornei-me católico, porque antes era luterano.
Esposa:
Nasci no Peru. Eu era uma garota como qualquer outra. Aos 15 anos, comecei a fazer trabalho voluntário com crianças em bairros pobres e foi assim que comecei a viver uma vida de fé. Pouco tempo depois, tive inquietude vocacional e, para a surpresa da minha família e amigos, após terminar meus estudos universitários, fui fazer uma experiência em uma comunidade religiosa.Após alguns anos e, em discernimento com minhas conselheiras espirituais, descobri que minha vocação não era a vida consagrada, e que Deus havia me escolhido para uma vida fascinante no casamento.
Aos 30 anos, viajei para a Espanha para fazer mestrado e foi lá que conheci meu esposo. Quando começamos a sair, eu tinha muitas dúvidas; não sabia se nosso relacionamento ia funcionar, porque ele era europeu, éramos de religiões diferentes e, além de tudo, ele era mais novo que eu.
Lembro-me que, quando ele me propôs um relacionamento formal, criei coragem e lhe disse que, se continuássemos juntos, não teríamos relações sexuais, para que nenhum mel adoçasse nosso namoro e, assim, pudéssemos vê-lo tal como ele é. Ele abriu arregalou tanto os olhos, que pensei que tudo ia acabar ali mesmo! No entanto, ele me disse que me respeitaria e que não tentaria me seduzir.
Quando nossos amigos ficaram sabendo da minha opção pela virgindade, ficaram me dizendo que “era importante conhecê-lo no âmbito sexual”, que eu precisaria saber “se ele era generoso ou não”, mas eu respondi: “Existe maior prova de generosidade do que renunciar a fazer sexo, quando, para ele, isso seria o normal?”.
Nas viagens em grupo, eu tentava montar quartos separados para homens e mulheres, mas meus amigos não deixavam, pois queriam dormir em casais. No entanto, eram pessoas maduras e não riam das minhas propostas.
Nem sempre foi fácil manter os limites. Havíamos feito uma opção, mas mesmo assim havia momentos de luta, especialmente porque estávamos muito apaixonados!
Ser firmes não era fácil, havia momentos de fragilidade, mais ainda na época do noivado, quando já tínhamos certeza de que íamos nos casar. Mas, graças a Deus, que sempre nos acompanha de muitas formas, pudemos superar esses momentos de fraqueza e esperar até o casamento no religioso.
Ele me dizia que o que havia entre nós era realmente divino. Porém, mais que suas palavras, o respeito que ele me mostrava, e como ele mesmo me afastava das situações que nos colocavam em risco, me faziam apaixonar-me cada vez mais por ele.
Família:
O tempo de namoro foi como um treinamento de respeito, amor, domínio pessoal, e tudo isso floresceu agora em frutos de fidelidade, amor e respeito. Agora somos mais que felizes, temos mais de 5 anos de casados e 2 filhos lindos.Se estamos contando nossa história para vocês, é para motivá-los a viver esta aventura da castidade, uma aventura contra a corrente que certamente é exigente, mas que, com o tempo, traz muitíssimas recompensas no âmbito pessoal, de casal e de família.
Um último conselho para todos: antes de buscar desesperadamente o amor em outros, é muito importante conhecer e amar primeiramente a nós mesmos. Só assim vamos ter claro o que queremos, o que buscamos, de que precisamos e, dessa forma, encontraremos o amor verdadeiro.
(Artigo publicado originalmente por La Opción V)
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